Mestre, meu mestre querido! (…)
A quem nenhuma coisa feriu, nem doeu, nem perturbou,
Seguro como um sol fazendo o seu dia involuntariamente,
Natural como um dia mostrando tudo,
Meu mestre, meu coração não aprendeu a tua serenidade.
… Meu coração não aprendeu nada.
Meu coração não é nada,
Meu coração está perdido.(…)